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The past is a full box of lost chances.

Viver…aprender…viver

Publicado por António Cabral em 08/07/2009

Palavras soltas sem sentido que o sentido fará algum dia juntar. Elas andam por ai, as ditas, que nos fazem comunicar e sentir a vida consoante os sentidos que sentimos em imensidões de nuances que o viver nos causa. Não as encontro, juntas, vejo-as belas sempre e tristes algumas vezes mas que me parecem sempres inconvenientes e fora de tempo. Na caixinha surge o sentido e a lembrança que alguém sabe e diz e canta e encanta e murmura e sibila e afaga e nos lê e traduz o espirito de quem por aqui anda ao longo desta linha e nos recorda que em alguns momentos ficamos assim  

Nada nem ninguém nem multidões ou imensidões disto e daquilo daqueles ou daquelas nos instruem com nada ou alguma coisa vivemos juntamos partilhamos cultivamos recolhemos aprendemos mas sempre sempre e mesmo quando vislumbramos conforto aparecem estas frases que nos deixam sem folego apavorados tontos de tontos e de falta do ar e então sabemos que

Mas algo eu sei aprendi com todos vós principalmente contigo dirão até morrer aprenderás!!! sim até isso aprendi e continuo a aprender e a beber enquanto aqui me queiram e me deixem andar e calcurrear a calçada da vida que quero percorrer porque

Até sempre até já já sinto saudades imensas…

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Não julgues o que te parece, analisa o conteudo e serás feliz! Ou não!

Publicado por António Cabral em 16/04/2009

Mas de uma coisa podem todos estar certos, SERÃO SEMPRE SURPREENDIDOS.

Muitas vezes somos surpreendidos ao longo das nossas vidas por questões do tipo: “Afinal o que pretendes com isto?” ou então um famoso e muito utilizado :-) “OUVE!…”, na maior parte das vezes tudo dito de um modo cinico, sobranceiro e quiçá pedante e até arrogante, esquecendo na maior parte das vezes o conteudo e o propósito de quem quer dar algo muitas vezes em troca de coisa nenhuma.

Mesmo o termo cinico que acabaram de ler acima pode não ser bem…ora vejam: do ponto de vista etimologico “A palavra deriva do grego kynismós, chegando até o presente pelo latim cynismu. A origem do termo, porém, é incerta: Alguns autores afirmam que o nome tem origem do local onde Antístenes teria fundado a sua Escola, o Ginásio Cinosarge, ao passo que outros afirmam ser um termo derivado da palavra grega para cachorrokŷőn, kynós, numa analogia com o fato de os cínicos pregarem uma vida como a dos cães, na ótica das pessoas contemporâneas.”  já olhando à sua origem teremos: “Supostamente, o pensamento cínico teve origem numa passagem da vida de Sócrates: estando este a passar pelo mercado de Atenas, teria exarado o comentário: Vejam de quantas coisas precisa o ateniense para viver Ao mesmo tempo demonstrava que de nada daquilo dependia. De facto, o que o filósofo propunha era a busca interna da felicidade, que não tem causas externas – aspecto ao qual os cínicos passaram a defender, não somente com palavras, mas pelo modo de vida adotado.”

Seguindo a linha de pensamento, deixo-vos aqui esta senhora  Susan Boyle para que todos possamos perceber o que de menos bem estamos a fazer ou não nas nossas vidas,  este post tem uma mensagem que caberá a cada um descodificar, a bem do respeito pela individualidade na sua plenitude.

Mais de 11 milhões de visitas numa só semana…, E JÁ AGORA, FAÇAM O FAVOR DE SEREM FELIZES…

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Terapia da fala – voz, linguagem, deglutição, fala, leitura e escrita

Publicado por António Cabral em 15/03/2009

Falar de terapia da fala significa, para a grande maioria, falar de crianças e pouco mais.  No entanto, ao analisar e pesquisar e ouvindo quem por direito sobre o tema pode discursar cheguei rapidamente à conclusão que o artigo publicado este fim de semana no JN http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1170037 (poderia ser mais objectivo, directo e informar sobre o que realmente interessa) se debruça mais sobre generalidades, justeza ou não dos valores dos tratamentos sem qualquer rigor para dizer se é caro ou barato. No entanto fica a reportagem que pelo menos tem o mérito, entre outros, de divulgar e chamar a atenção para uma realidade cada vez mais visível. TERAPIA DA FALA

Face a afirmações (muito pouco correctas e cientificamente questionáveis…) do tipo “Afinal, dizer(xopinha de maxa é grave)”, resolvi fazer uma pesquisa a fim de identificar uma sintomatologia um pouco mais rigorosa e definir as áreas de actuação de um terapeuta da fala (sim, porque não é só de crianças que estamos a falar…).

De acordo com a página da Insight, temos que são cinco as vertentes de incidência da Terapia da Fala:

1 – Linguagem, engloba regras complexas que estruturam os sons, as palavras, as frases, o significado e o uso.

2 – Voz, é o meio que cada um de nós tem para: Dialogar, trocar ideias e exprimir sentimentos.

3 – Fala,  é o modo mais comum de comunicação, e envolve uma coordenação precisa de movimentos neuromusculares orais para produzir sons e unidades linguísticas.

4 – Deglutição,  é um processo que requer uma sequência completa de actividades neuromusculares coordenadas, que têm como função projectar os alimentos sólidos e líquidos para o estômago, enquanto se mantém a via aérea protegida.

5 – Leitura e escrita, aqui se inclui a dislexia, disgrafia e disortografia

SINAIS DE ALARME:

0 aos 6 meses – não reage a sons, não vocaliza, não emite padrões de entoação,

6 aos 12 meses - não reage a sons, não vocaliza (bébé silencioso), não desenvolve lalação até aos 10 meses, não emite padrões de entoação

1 aos 2 anos – não reage ao nome, não utiliza o gesto, não reconhece utilidade dos objectos, não diz palavras

2 aos 3 anos - Sem jogo simbólico com objectos e brinquedos, Não reconhece os objectos, Não exprime com palavras ou gestos as suas necessidades, Não nomeia, Não diz o seu próprio nome, Não emprega palavras ou frases simples, Não cumpre ordens simples, Não usa mais de 50 palavras com sentido, Não presta atenção

3 aos 4 anos - Não se concentra a ouvir uma história, Não identifica os objectos pela sua utilidade, Não executa ordens, A fala não se compreende, Não compreende frases com 3 palavras, Não descreve os acontecimentos,  Não desenvolve conceitos numéricos e espaciais (numeros e locais)

4 aos 5 anos - Não obedece a ordens simples, Permanência de erros articulatórios, Não reproduz histórias ilustradas ou pequenos acontecimentos

5 aos 6 anos - Estruturação incorrecta das frases, Permanência de erros articulatórios, Discurso incoerente,  Indícios de gaguez, Rouquidão frequente

Estes são alguns dos sintomas referentes apenas às crianças; não pretendo ser exaustivo, pois e ainda segundo a Insight  “A intervenção do terapeuta da fala (terapia da fala) tem uma dimensão técnica mas também uma dimensão relacional e social, tendo como objectivo levar o paciente (de acordo com as suas possibilidades) ao nível óptimo de funcionamento e de comunicação que corresponda ao seu meio social, educacional e profissional no sentido de alcançar ou manter tanto quanto possível a sua autonomia.”

Fonte: http://www.insight.pt/terapiadafala.htm

Com este artigo só se pretende dar um pequeníssimo contributo para a divulgação desta terapia ainda tão pouco explorada. Mais informação existe e pessoas muito mais competentes para falar sobre o assunto e ajudá-lo(a), por isso aqui vos deixo um pequeno panfleto com contactos que vos poderão ajudar . TERAPIA DA FALA

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Inovação tecnologica, mobilidade e robótica

Publicado por António Cabral em 28/08/2008

No seguimento dos ultimos artigos que aqui tenho publicado segue mais um que dá conta dessas mesmas inovações ao nivel da mobilidade, estando a Toyota a entrar num negócio que por principio seria pertença da Segaway, o desenvolvimento é fantastico e a sua proliferação fará com que os preços diminuam e cada vez mais pessoas a ele possam aceder. O sistema é accionado pelo balanceamento do corpo que induzirá o movimento ao veiculo, vale a pena ver.

Mais informações em: http://www.toyota.co.jp/en/news/08/0801_1.html

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Quadros Interactivos – InterWrite

Publicado por António Cabral em 07/07/2008

Os quadros interactivos estão cada vez mais em uso nas nossas escolas ajudando os professores na sua tarefa de educar os nossos filhos e a, cada vez mais cedo, contactar com as tecnologias de informação e comunicação.

Sem dúvida absolutamente nenhuma que estamos perante um produto que por si só permite ajudar os docentes e formadores a elevar os niveis de aprendizagem e criatividade de todo e qualquer candidato à aprendizagem em qualquer nível ou estágio em que se encontre.

Para já não me irei debruçar sobre aspectos técnicos ou outros de carácter tendencioso sobre a qualidade dos produtos existentes no mercado, mas sem dúvida que a    representada em Portugal pela  é um dos mais fortes players nesta área com a sua capacidade de inovar e desenvolver aplicações amigas do utilizador, mas sim sobre o modo como a INTERWRITE interage com o mercado promovendo a criatividade dos utilizadores. Vale a pena ver os videos e já agora deixem os vossos comentários a esta iniciativa (concurso).

 O CONCURSO: http://teachertube.blogspot.com/2007/11/interwrite-learningteachertube-video.html

Tenho a honra de fazer parte da equipa Beltrão Coelho Porto desde 01 de Julho de 2008, pelo que terei todo o gosto em fornecer-vos informação detalhada sobre produtos e serviços, já agora passem esta informação a quem pensem poder interessar.

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